Alimentos integrais, engordam?

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Muitas pessoas recorrem a alimentos integrais na hora de seguir uma dieta para emagrecer, porém será que os alimentos integrais auxiliam nesse processo, ou acabam engordando? A cada vez mais a indústria vem realizando a produção de alimentos integrais, e muitas são as pessoas que acabam recorrendo a esse tipo de alimentação, seja para uma vida mais saudável, ou por formas de emagrecer. Assim como qualquer outro tipo de alimento, quando em excesso, os alimentos integrais podem fazer mal, mas será que eles engordam? Continue lendo e saiba mais sobre o assunto.

O que é um alimento integral?

Os alimentos integrais são todos aqueles que não são processados, ou são pouco processados, ou seja, não passaram por nenhum processo de refinamento na indústria e mantêm todas as fibras e nutrientes. Geralmente são alimentos mais duros, pois contam com a presença da casca que os envolve. Além disso, suas propriedades nutricionais são mantidas, como as vitaminas e mineiras.

Esses alimentos são ricos em fibras, selênio, ferro, zinco, magnésio, cobre, fósforo e outras vitaminas. Eles podem ajudar na redução dos níveis de colesterol LDL no sangue, no controle glicêmico, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, e fortalece o sistema imunológico.

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Alimentos integrais na dieta

Quando o assunto é emagrecer, muitas pessoas pensam que é somente cortar alguns alimentos, ou substituí-los por alimentos integrais, porém muitas vezes o efeito pode ser o contrário. Como os alimentos integrais contam com muitas fibras e mineiras, o corpo se nutri com elas mais rápido e causam uma sensação de satisfação, evitando que você tenha vontade de comer mais, porém seu corpo leva mais tempo para digerir o alimento.

Caso o consumo seja em excesso, seu organismo terá que trabalhar por mais tempo para fazer a digestão e caso seu gasto energético não acompanhe, mais gorduras irão se acumular.

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Benefícios e malefícios dos alimentos integrais

De acordo com pesquisas, os alimentos integrais quando consumidos diariamente em pequenas quantidades, trazem benefícios a saúde, como no combate a doenças, melhora do colesterol, entre outros. Porém quando em excesso, acabam gerando muitos malefícios, como

  • Ganho de peso: Isso mesmo, quando são consumidos em excesso, alimentos integrais acabam contribuindo no ganho de peso. Pois como da mesma forma que qualquer outro tipo de alimento, ele contém calorias em sua composição, por mais que sejam em menores quantidades, quando em excesso acabam prejudicando a saúde.
  • Causa gases: Por conta da grande quantidade de fibras presentes, quando em excesso elas podem causar um acúmulo de gases e a distensão do abdômen, pois levam mais tempo para serem digeridas e acabam sendo fermentadas no intestino grosso, gerando esses problemas.
  • Causa problemas no intestino: Como citado acima, pode causar danos no funcionamento do intestino, caso não seja digerido corretamente, as fibras podem se alojar no intestino e produzir um grande bolo fecal, que pode se tornar difícil a ser excretado.
  • Reduzir a absorção de nutrientes: Em excesso, comer alimentos integrais podem afetar na absorção dos nutrientes, especialmente em pessoas idosas que a absorção é reduzida naturalmente, a ingestão exagerada pode causar até a perda de cálcio e contribui para a osteoporose.

Mas afinal, alimentos integrais engordam?

Como muitas pessoas acham que por serem integrais esses alimentos são mais benéficos a saúde, acabam exagerando na quantidade a ser consumida, porém isso causa o ganho de peso. Muitas vezes, acabam sendo muito mais calóricos do que os refinados, e como levam mais tempo para serem digeridos devido suas fibras, o gasto energético deve ser compatível para que o ganho de massa seja evitado.

Porém caso você concilie o consumo de alimentos integrais, seguindo uma dieta que recomendada por um nutricionista, ou um profissional na área de saúde, ocorre a perca de peso, adicionando também uma prática de exercícios, essa perda de peso pode ser mais rápida.

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Visto isso, se você procura emagrecer de uma maneira saudável, recorra a uma dieta passada por um profissional na área da saúde, pois cada pessoa possui um tipo de organismo, e se auto passar uma dieta com alimentos integrais, podem causar um efeito totalmente contrário do que você busca.

Alimentos Ricos em Vitamina A

Vitaminas são essenciais para o melhor funcionamento do nosso corpo, e dentre várias, a vitamina A é essencial para nosso desenvolvimento, porém por ser algo que não é fabricado pelo nosso organismo, devemos buscar alimentos em que ela se encontra presente.

Por ser uma vitamina antioxidante ela resulta em diversos benefícios, como combate a acne, previne doenças infecciosas, auxilia no crescimento, protege a córnea e ainda inibe a carcinogênese, ou seja, a formação do câncer.

Onde podemos encontrar a Vitamina A?

A Vitamina A pode estar presente em duas formas de alimentos, sendo eles de origem vegetal, como a cenoura, manga, tomate, cujo são boas fontes por conter carotenoides, uma substância que no organismo é transformada em Vitamina A. Ou alimentos de origem animal, como no óleo de peixe, fígado, ovo, entre mais alguns.

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Alimentos de origem vegetal e seus benefícios:

  • Mamão Papaia: Oferece um terço da Vitamina A aconselhada para o dia a dia;
  • Abóbora: A Vitamina A que contêm é recomendada para o cuidado da pele;
  • Damasco: Um poderoso antioxidante;
  • Cenoura: Auxilia na melhora da visão, reduz o risco de câncer e retarda o envelhecimento;
  • Brócolis: Recomendado para o sistema imunológico;
  • Espinafre: Uma xícara de espinafre apresenta a quantidade que uma pessoa necessita por dia;
  • Pêssego: A fruta mais rica em Vitamina A, possui a função antioxidante.

Alimentos de origem animal e seus benefícios:

  • Fígado de boi: Recomendado para o sistema imunológico;
  • Queijo: O queijo Minas e o queijo Prato são os que mais disponibilizam da Vitamina A;
  • Ovo: Um dos mais nutritivos, a Vitamina A pode ser encontrada na gema.

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Importância da Vitamina A em nossas vidas

A Vitamina A é muito importante para nosso desenvolvimento, e deve estar presente em nosso organismo ao longo da vida. A ausência da vitamina pode acontecer pela falta de alimentos na dieta pessoal, e isso ao longo do tempo pode acarretar sérios problemas, como a diminuição da visão noturna ou com pouca luz, conhecida como Cegueira Noturna. A pele acaba se tornando ressecada, infecções são mais propensas a acontecerem, e é por isso que devemos manter um mínimo de Vitamina A em nosso corpo.

Nem mais, nem menos

A Vitamina A deve ser equilibrada em nosso organismo, assim como sua falta causa malefícios, seu excesso também. Nosso corpo necessita de uma dose diária de Vitamina A, cuja é facilmente alcançada com uma alimentação diversificada, porém muitas pessoas acabam usando suplementos vitamínicos sem uma orientação médica ou do nutricionista, o que causa alguns problemas, como: dores de cabeça, cansaço, visão turva, sonolência, náuseas, perda do apetite, coceira ou descamação da pele e queda de cabelo. Sendo assim, procure sempre manter uma dieta saudável, ou uma recomendação médica.

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Dose diária recomendada de Vitamina A

A partir do momento em que nascemos e até o longo da vida, nosso organismo precisará da Vitamina A, e por isso é aconselhado uma dose mínima por dia, confira:

  • Bebês de 0 a 6 meses: 400mcg/dia;
  • Bebês de 6 a 12 meses: 500mcg/dia;
  • Crianças de 1 a 3 anos: 300mcg/dia;
  • Crianças de 4 a 8 anos: 400mcg/dia;
  • Crianças de 9 a 13 anos: 600mcg/dia;
  • Homens a partir de 14 anos: 900mcg/dia;
  • Mulher a partir de 14 anos: 700mcg/dia;
  • Gestantes: 750 a 770mcg/dia;
  • Lactentes: 1200 a 1300mcg/dia.

Lembrando que essas são quantidades mínimas a serem ingeridas durante o dia para o bom funcionamento do organismo. Uma alimentação diversificada é suficiente para atingir uma dose diária de Vitamina A, por isso é recomendado não usar suplementos vitamínicos sem antes uma recomendação médica, pois a vitamina A quando em excesso também traz prejuízos à saúde.

Como prevenir as rugas?

Prevenção de rugas

Grande parte das mulheres possui uma grande preocupação na passagem dos anos: o aparecimento de rugas. Esse é um dos grandes motivos de se existirem tantas clínicas que trabalham intensamente para realizar o tratamento disso e promover um melhoramento estético na pele das mulheres.

Fato é que poucas pessoas conhecem métodos eficazes de prevenção do aparecimento das temidas rugas. Além de realizar essa ação, essas simples dicas aumentam a saúde do corpo e entregam uma vida mais saudável e tranquila. Mas, antes de saber quais são esses tratamentos, precisamos entender um pouco sobre o que e como são formadas essas rugas.

O que é uma ruga?

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As rugas são linhas faciais de expressão que aparecem pelo nosso corpo, principalmente no rosto. Essas linhas são causadas pelo constante movimento dos nossos músculos ao longo dos anos, que dobram a pele de forma forte. O corpo acaba por se acostumar com essa musculatura e vai criando camadas maiores de pele que formam as temidas linhas faciais, que começam a manchar a pele devido a ações dos raios solares, tornando-se definitivas e podendo oferecer diferenças grandes na pele, como a própria pigmentação.

As rugas começam a aparecer conforme as marcas do envelhecimento parecem. Junto das rugas, o processo todo pode trazer outras alterações para a pele, como as alterações na cor da pele na face que deixam manchas, algumas mais claras (chamadas leucodermias), outras mais escuras (denominadas melanosese). Existem também aquelas marcas marrons com uma textura mais rugosa (queratoses), que se tratam de tumores pequenos e benignos.

Como são formadas as rugas?

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Ao envelhecer, nós perdemos muitos elementos do tecido que são responsáveis pela elasticidade da pele. Esse fator se une ao aumento da utilização dos músculos faciais, que vão esticando certos pontos do rosto e eles não conseguem voltar à forma anterior, criando linhas e vasos que ficam com colorações e texturas diferentes do restante da pele devido à camada que fica por cima. Por esse motivo, as rugas podem ser criadas pelos movimentos naturais do cotidiano, como as expressões, e por fatores externos, como a exposição ao sol e poluição exagerada das cidades grandes.

Outros fatores que podem auxiliar no desenvolvimento das rugas é o estilo de vida da pessoa, que pode ser repleta de estresse, pouca hidratação, muita exposição aos raios solares e a alimentação inadequada, o que pode levar não só a perda de nutrientes da pele como a deterioração da saúde como um todo.

Segundo os especialistas em dermatologia, as rugas passam por dois estágios: rugas dinâmicas e rugas estáticas.

  • Rugas dinâmicas: são conhecidas como linhas de expressão. Esse tipo tende a aparecer mais cedo, porém só podem ser vistas quando há a movimentação nos músculos faciais, não aparecendo quando o rosto está em seu estado normal, chamado de “repouso”.
  • Rugas estáticas: é o avanço do primeiro tipo, onde a pele se sobrepõe as linhas de expressão e cria uma certa profundidade, as mostrando até mesmo no repouso do rosto e modificando o tipo da pele devido à pouca exposição ao sol, por exemplo, ficando com pigmentação diferente e textura mais lisa.

Dicas para a prevenção

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  • Hidrate sua pele

É essencial manter sempre a pele hidratada para evitar a perda de nutrientes importantes que vêm da água. Por isso, é recomendável beber bastante água durante o dia-a-dia além de utilizar hidratantes nas mãos e rostos, pois eles também servem como uma proteção contra toxinas presentes no ar que podem interferir na boa saúde do tecido.

Alguns médicos recomendam a ingestão de dois litros d’água por dia, enquanto outros falam que você deve tomar o equivalente a 10% do seu peso (se você pesar 70 kg, por exemplo, precisaria tomar 7 litros). Porém, é importante estar atento com as respostas do seu corpo, não tome mais água do que aguenta, pois isso também pode trazer danos à saúde.

  • Inclua vitamina C no cardápio

Você pode comer frutas que possuam vitamina C no seu cotidiano, uma por dia já é o suficiente. Esses alimentos possuem antioxidantes que impedem que toxinas ruins presentes no ar realizem ações ruins dentro do tecido da pele. Além disso, a vitamina C auxilia na saúde do organismo, sendo um grande ativo contra alguns tipos de vírus e aumentando a imunidade do corpo.

Algumas frutas e legumes que possuem Vitamina C são: laranja, morango, batata, brócolis, ervilha, manga, mamão. Outro antioxidante muito forte para lutar contra as rugas é o betacarboneto e o liposeno, encontrados em abóbora, agrião, cenoura, couve, espinafre, manga, tomate, goiaba, melancia e uva rosada. Os benefícios da alimentação com essas frutas e legumes são muitos, tanto fisicamente como metabolicamente.

  • Proteja sua pele do sol

Utilize filtros solares no seu cotidiano para impedir que os raios solares ajam negativamente na pele. Outra recomendação é a não exposição demorada no sol, pois mesmo com a proteção, os raios podem ser letais se atingirem o corpo durante muito tempo. Os efeitos do sol são cumulativos, o que abre a possibilidade de aparecerem muito tempo após a ação (alguns deles demoram cerca de dez anos para aparecer, se tornando cada vez mais graves com o tempo).

  • Remova a maquiagem

Nunca durma com a maquiagem atrelada ao corpo, pois ela impede que os poros respirem à noite e acaba realizando uma ação ruim no momento de descanso do corpo. Utilize demaquilantes com água para deixar a pele pronta para um boa noite de sono. Além disso, o descanso da pele é excepcional para que se tenha uma noite mais tranquila e realize um bom relaxamento corporal. Noites mal dormidas estão diretamente ligadas ao estresse do dia-a-dia, fatores determinantes para um envelhecimento mais rápido do corpo.

  • Visite o dermatologista

Realize consultas rotineiras ao dermatologista para verificar se a sua pele está saudável e bem cuidada. O recomendável é realizar consultas pelo menos uma vez por ano, para se certificar de que está tudo bem.

 

Espero que essas dicas tenham ajudado você a realizar a prevenção correta contra as rugas, além de auxiliar você a ter uma vida mais saudável e tranquila. Para mais conteúdo como esse, visite nosso blog.

 

O esmalte faz mal para as unhas?

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Existem muitos mitos que rondam o esmalte, sendo que grande parte deles falam sobre supostos benefícios que seu uso pode trazer. Essa publicação tem o intuito de levantar a realidade sobre isso e alertar você a respeito da utilização desse químico rotineiramente.

Fato é que o esmalte traz elegância e beleza para a mão das mulheres e que vem se tornando cada vez mais um objeto presente na vida de muitas pessoas por aí. Visto antigamente como um produto sumariamente feminino, hoje em dia podemos ver um crescimento do público masculino também começando a usufruir da tinta para as unhas.

O grande problema é que o uso do esmalte não é saudável para as unhas humanas, facilitando a entrada de bactérias para o corpo e aumentando a flacidez do membro, o que pode causar sérios problemas. Mas se acalme, não precisa simplesmente parar de usar e ter horror a isso. Os problemas podem aparecer se houver certo exagero na utilização.

O que o esmalte faz para as unhas?

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O uso rotineiro de esmalte pode acabar trazendo problemas graves, como a perda da rigidez da unha, o que pode causar sérias feridas e abertura para vírus e bactérias que passam pelo nosso corpo no dia-a-dia. Isso acontece, pois, a unha precisa de um certo respiro, sendo hidratada e bem cuidada rotineiramente. O ar natural é necessário para a saúde do membro, junto da umidade.

Quando se usa esmalte por longos períodos e trocas repentinas, a unha fica abafada e não recebe o que é necessário para se manter firme. Sem isso, ela resseca e ficam mais frágeis por conta da diminuição dos cuidados com as fibras das unhas. É importante deixar de usar esmaltes pelo menos uma vez por mês, para que o membro consiga recuperar os nutrientes e forças necessárias para se manter firme e saudável.

É altamente recomendável que se tome essa atitude principalmente com as unhas dos pés, pois elas já ficam presas em grande parte do tempo dentro dos calçados, se tornando muito mais propensas a perder a força e causar os danos citados anteriormente. Além disso, outra ação que você pode tomar é utilizar hidratantes nas mãos e pés para fortalecer as unhas.

Tirar a cutícula faz mal?

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A cutícula é a maior proteção das unhas e a fechadura das nossas mãos para impedir que germes entrem no nosso corpo. A remoção dela é fatal e deixa vulnerável para a entrada de bactérias através do manuseio de objetos.

Doenças de alto grau de periculosidade podem ser contraídas através do ato de remoção da cutícula. Micose, Hepatite C e outras doenças como essas são algumas que podem infectar facilmente uma pessoa sem cutícula.

Outra grande recomendação é de observar muito bem a limpeza das ferramentas utilizadas no momento de fazer as unhas. O alicate deve ser muito bem esterilizado, pois corre o perigo de infectar a pessoa com DSTs, por exemplo, que passam através do sangue, ou mesmo tétano, caso o equipamento esteja enferrujado ou com resíduos de ferrugem. O contato desses produtos com a parte de dentro da pele coloca um risco muito alto de periculosidade.

A química do esmalte faz algo contra a unha?

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O esmalte possui químicos muito ruins para o ser humano, capazes de causar câncer, infertilidade e problemas respiratórios se não utilizados com cautela e prevenção. A culpa disso fica por conta das toxinas tolueno, formaldeído e Ibutyl Ftalato, que compõe grande parte do que é o esmalte por completo.

Um epidemiologista chamado Dr. Thu Quach, professor da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, realizou um estudo constatando que a grande maioria dos salões de beleza não estão preparados para trabalhar com os produtos, já que o químico Tolueno, por exemplo, tem a ação de afetar o sistema nervoso central, entregando danos ao sistema reprodutivo da pessoa.

O doutor declarou que não é necessário nem o contato com essas toxinas para que façam o efeito, basta apenas a inalação. A partir disso, o alerta para que ações como o aumento da ventilação nos salões passa a ser cada vez mais importante. Outro ponto abordado por Thu Quach é o fato de as manicures ficarem expostas aos químicos por muito tempo e com muita proximidade, demonstrando que a exposição prolongada pode causar náusea, alergia, irritações na pele e problemas respiratórios.

O que essas toxinas têm de perigo?

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Existem muitas empresas de esmalte que substituem as substâncias abaixo por outras benignas à saúde. É válido buscar os produtos que realizam essa ação como uma forma de proteção. Sendo assim, é importante ficar sempre atento aos problemas que esses produtos podem fornecer e, caso observe estranhamentos na sua unhe ou pele, busque sempre um dermatologista.

  • Tolueno: a substância é utilizada como um solvente, e é a responsável por causar fraqueza, tontura e dores fortes de cabeça quando inalado. A longa exposição e inalação do químico pode causar sérios danos neurológicos que levam à morte. Por isso, a recomendação é que grávidas se mantenham longe do produto, pois pode levar danos à saúde e má formação ao feto.
  • Formaldeído: essa substância costuma causar as alergias à esmalte, além de inflamar a pele e evaporar de maneira rápida, podendo influenciar irritações aos olhos e garganta ocasionando problemas respiratórios. O uso contínuo da toxina pode causa câncer devido às suas ações com todo o restante do corpo.
  • Ibutyl Ftalato: é uma toxina que pode ser absorvida pelo organismo com uma grande facilidade, transmitindo irritação grande à pele, o que pode levar a choques anafiláticos, problemas respiratórios e pressão baixa. Esses sintomas são fatais, pois a substância fica alojada no corpo e pode levar até a morte.

 

Gostou do nosso conteúdo? Ele ajudou você a entender melhor os malefícios do esmalte? Continue acompanhando o nosso blog e tenha acesso à mais materiais como esse.

Sintomas da virose

A virose é um mal que atinge muitas pessoas, principalmente dentro de casa em que, na maioria das vezes, acaba por afetar todos os moradores no mesmo instante. Porém, mesmo tendo se tornado um tipo de doença popular, a população ainda não sabe ao certo o que é e que danos a virose pode causar, por isso fica um pouco mais difícil de se proteger da infestação.
É válido ressaltar que antes de tomar qualquer medida o importante é fazer uma consulta com um médico de sua confiança, pois é ele quem saberá corretamente quais as ações que devem ser seguidas para lutar contra os mal-estares e a virose. Muitas pessoas se auto medicam e acreditam que tudo vai melhorar sem consultar o médico, porém o que acontece, em certos casos, é o aumento das doenças para situações mais graves.

O que é a Virose?

O que é virose?

O corpo humano cria novos anticorpos toda vez que é afetado por uma doença diferente, intensificando o poder de defesa contra aquele tipo de mal. Isso faz com que nós não sejamos atacados por algumas doenças mais de uma vez na vida. Porém, alguns vírus também vivem em constante mudança e quebram as barreiras de defesa humana (como é o caso da gripe).

Isso é o que acontece com a virose, que pode ser vista como qualquer doença causada por um vírus. Alguns deles têm ataques mais fortes durante o inverno, porém a maioria aparece no período do verão, como o Rotavírus, um dos mais conhecidos, que atinge muitas pessoas e se espalha muito rápido.

Atualmente existem vacinas contra algumas dessas doenças para crianças de 2 à 4 meses de idade, pois o ataque dos vírus nesses bebês pode ser muito mais perigoso do que em um adulto.

Tipos de Virose

Principais Viroses

A Virose, como dito anteriormente, é qualquer doença causada por vírus, portanto existem inúmeras doenças que podem se enquadrar como virose. Por isso a grande importância em se consultar com um médico, pois ele saberá avaliar corretamente qual o procedimento correto para a doença que atacou. Veja abaixo algumas das principais viroses:

Tipo Família Transmissão Doenças Tratamento específico Prevenção Diagnóstico confirmatório
Adenovirus Adenoviridae
  • Secreções no ar
  • Fecal-oral (água e alimentos infectados)
  • Sexual
  • Contato com olhos
  • Infecções respiratórias
  • Gastroenterite
  • Cistite
  • Queratoconjuntivite
  • Meningoencefalite
  • Ribavirina
  • Cidofovir
  • Vacina
  • Lavar mãos
  • Cobrir a boca ao tossir/espirrar
  • Evitar contato com doentes
  • Neutralização
  • Hemaglutinação
  • ELISA
Alfavirus[5] Togaviridae
  • Mosquitos Aedes
Em humanos e equinos causa:

  • Encefalite equina do oeste
  • Encefalite equina do leste
  • Encefalite equina venezuelana
  • Exantema e artrite
Nenhum
  • Vacinar equinos
  • ELISA
  • PCR
Arenavirus Arenaviridae
  • Inalar poeira com fezes de roedores selvagens
  • Febre hemorrágica viral
  • Febre de Lassa
  • Coriomeningite linfocítica
  • Ribavirina
  • Imunoglobulinas específicas de pacientes recuperados
  • Vacina
  • Controle dos roedores
  • Usar máscara antes de limpar poeira
  • ELISA
  • Cultivo celular
  • PCR
Astrovirus Astroviridae
  • Fecal-oral (água e alimentos infectados)
  • Contato direto
  • Gastroenterite em crianças, idosos e imunocomprometidos
Nenhum
  • Vacina
  • Lavar mãos
  • Cobrir a boca ao tossir/espirrar
  • Evitar contato físico com doentes
  • ELISA
  • Imunofluorescência
  • PCR
BK virus[6] Polyomaviridae Provavelmente por:

  • Secreções
  • Urina
  • Vertical
  • Síndrome febril leve
  • Nefropatias pós-transplante renal
  • Cistite hemorrágica pós-Transplante de medula óssea
Citarabina e reduzir imunossupressão
  • Desconhecido, é comum mesmo em países desenvolvidos e comunidades isoladas
  • Biópsia de rim
  • RIA
  • ELISA
  • PCR de urina
Coronavirus[7] Coronaviridae
  • Secreções no ar
  • Contato físico com infectados
  • Resfriado com constipação
  • Síndrome respiratória aguda severa (SRAS)
  • Síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio (SROM)
Nenhum
  • Lavar mãos
  • Cobrir boca ao tossir/espirrar
  • Cultura celular
  • ELISA indireto
  • Hemaglutinação
  • PCR
Coxsackievirus Picornaviridae
  • Fecal-oral (água e alimentos infectados)
  • Secreções no ar
  • Contato com lesões
  • Exantema com febre alta
  • Herpangina
  • Pleurodinia
  • Meningite asséptica
  • Conjuntivite
  • Miocardite
  • Pericardite
  • Encefalite
Nenhum
  • Lavar mãos
  • Cobrir boca ao tossir/espirrar
  • Não tocar lesões
  • Lavar bem e cozinhar alimentos
  • Tratamento de água e esgoto
  • Cultura de células
  • ELISA
Chikungunya virus Togaviridae
  • Mosquito (Aedes) infectado
  • Chikungunya
Nenhum
  • Controle dos mosquitos
  • Repelentes e telas contra insetos
  • ELISA indireto
  • RT-PCR
Dengue virus Flaviviridae
  • Mosquito (Aedes) infectado
  • Dengue comum
  • Dengue hemorrágica
Nenhum
  • Controle dos mosquitos
  • Repelentes e telas contra insetos
  • ELISA indireto
Ebola virus Filoviridae
  • Secreções
  • Sangue
  • Contato ou consumo de porcos, morcegos, símios ou antílopes[8]
  • Ébola
Imunoglobulinas
  • Vacina
  • Evitar contato com infectados
  • ELISA
  • PCR
  • Cultivo celular
Echovirus Picornaviridae
  • Fecal-Oral (água ou comida contaminada)
  • Saliva
  • Contato físico
  • Objetos infectados (fômites)
  • Exantema com febre
  • Pleurodinia
  • Meningite asséptica
  • Miocardite neonatal
  • Encefalite
Pleconaril e imunoglobulina IV (em teste)
  • Lavar as mãos
  • Cobrir a boca ao tossir/espirrar
  • Evitar contato físico com infectados
  • PCR
  • ELISA
Flavivirus Flaviviridae
  • Mosquitos Culex ou carrapatos (depende da espécie)
  • Transplacentária
  • Leite materno
  • Encefalite japonesa
  • Encefalite de São Luís
  • Encefalite do Nilo ocidental
  • Encefalite do carrapato
  • Outras encefalites virais (de Murray, de Powassan…)
Nenhum
  • Controle dos mosquitos
  • Repelentes e telas contra insetos
  • Vacina (apenas para encefalite japonesa e do carrapato)
  • ELISA indireto
  • PCR
  • Cultura celular
Hantavirus Bunyaviridae
  • Fecal-Oral (água ou alimentos contaminados)
  • Mordida de roedores
  • Contato com doentes (apenas subtipo Andes virus)
  • Síndrome cardiopulmonar por hantavírus
  • Febre hemorrágica com síndrome renal
Nenhum
  • Controle de roedores
  • Armazenar alimentos adequadamente
  • Tratamento de água e esgoto
  • Evitar contato com infectados
  • ELISA
  • Imuno-histoquímica
Herpes simplex virus tipo 1 Herpesviridae
  • Contato direto
  • Saliva
  • Herpes tipo 1
  • Gengivite em crianças,
  • Amigdalite e faringite em adultos
  • Queratite
  • Aciclovir
  • Fanciclovir
  • Foscarnet
  • Penciclovir
  • Evitar tocar infectados
  • Camisinha
  • Imunofluorescência
  • Imuno-histoquímica
  • PCR
Herpes simplex virus tipo 2 Herpesviridae
  • Sexual
  • Parto
  • Herpes tipo 2
  • Meningite asséptica
  • Aciclovir
  • Fanciclovir
  • Foscarnet
  • Penciclovir
  • Cidofovir
  • Evitar tocar infectados
  • Camisinha
  • Cultivo celular
  • Imunofluorescência
  • Imuno-histoquímica
  • PCR
Herpesvirus tipo 3 ou Vírus do herpes-zoster Herpesviridae
  • Toque
  • Secreções
  • Catapora/Varicela
  • Herpes zoster
  • Aciclovir
  • Fanciclovir
  • Vacina
  • Imunoglobulinas
  • Cultura celular
  • ELISA
Herpesvirus tipo 4 ou

Epstein-Barr virus

Herpesviridae
  • Saliva
  • Mononucleose
  • Linfoma de Hodgkin
  • Linfoma de Burkitt
  • Carcinoma em faringe
Nenhum
  • Evitar contato com infectados
  • Imunofluorescência
  • ELISA
  • PCR
Herpesvirus tipo 5 ou

Citomegalovirus

Herpesviridae
  • Secreções
  • Vertical
  • Mononucleose
  • Pneumonia viral
  • Linfomas de células T
  • Ganciclovir
  • Cidofovir
  • Foscarnet
  • Lavar mãos
  • Não compartilhar talheres ou copos
  • Usar camisinha
PCR
Herpesvirus tipo 6 e 7

ou Roseola virus

Herpesviridae
  • Secreções
  • Tocar lesões
  • Roséola
  • Pneumonia em imunodeprimidos
  • Ganciclovir
  • Lavar mãos
  • Não compartilhar talheres ou copos
ELISA
Herpesvirus tipo 8 Herpesviridae
  • Secreções
  • Sexual
  • Sarcoma de Kaposi em AIDS
  • Doença de Castleman
  • Linfoma efusivo
Apenas experimentais
  • Evitar contato com lesões
  • Camisinha
  • PCR
  • ELISA
HIV ou vírus da imunodeficiência humana Retroviridae
  • Sexual
  • Sangue
  • Parto natural
  • Leite materno
  • AIDS
Antirretrovirais
  • Antirretrovirais
  • Camisinha e lubrificantes
  • Cesariana
  • Não compartilhar objetos cortantes/perfurantes
  • ELISA
  • Western blot
  • PCR
Influenza virus Orthomyxoviridae
  • Secreções
  • Gripes
  • H1N1
  • Síndrome de Reye

(se tratados com aspirina)

  • Amantadina
  • Rimantadina
  • Zanamivir
  • Oseltamivir
  • Vacina
  • Higiene pessoal
  • Cobrir a boca ao tossir/espirrar
  • Evitar contato com infectados
  • Hemaglutinação
  • ELISA
JC virus Polyomaviridae
  • Fecal-oral (água ou alimentos contaminados)
  • Urina[9]
  • Leucoencefalopatia multifocal progressiva em imunodeprimidos
  • Estenose uretral após transplante renal
Nenhum
  • Desconhecida, é comum mesmo em países desenvolvidos
  • Microscopia de biópsia
  • ELISA indireto
  • Radio Imunoensaio
  • PCR de LCR ou urina
Molluscum contagiosum virus ou vírus do molusco contagioso Poxviridae
  • Contato físico direto ou objetos infectados
  • Molusco contagioso (erupções cutâneas)
  • Cimetidina
  • Diversas pomadas
  • Crioterapia
  • Curetagem
  • Cirurgia com laser
  • Lavar as mãos
  • Cobrir as erupções cutâneas
  • Não compartilhar roupas e toalhas
  • Evitar contato físico com infectados
  • PCR
  • ELISA
Norovírus ou Norwalk virus Caliciviridae
  • Fecal-Oral (água ou comida contaminada)
  • Contato físico
  • Gastroenterite
Nenhum
  • Lavar as mãos
  • Cobrir a boca ao tossir/espirrar
  • Evitar contato físico com infectados
  • PCR
  • ELISA
Papilomavírus humano Papillomaviridae
  • Toque
  • Sexual
  • Parto
  • Verruga genital
  • Condiloma Acuminado
  • Câncer de colo do útero
  • Câncer de pênis
  • Outros cânceres
  • Nitrogênio líquido
  • Vaporização com laser
  • Citotóxicos
  • Interferon
  • Cidofovir
  • Vacina
  • Evitar tocar lesões
  • Camisinha
  • Inspeção visual
  • ELISA
  • PCR
Parvovirus ou Eritrovírus B19 Parvoviridae
  • Fecal-oral (água ou alimentos contaminados)
  • Eritema infeccioso
Nenhum
  • Lavar as mãos
  • Imunofluorescência
  • ELISA indireto
  • PCR
Rabies virus, Vírus da raiva Rhabdoviridae
  • Mordida de mamíferos (cachorros, gatos, morcegos, macacos…)
  • Raiva
  • Meningite asséptica
Profilaxia pós-infecção
  • Vacinar animais
  • Proteger-se contra animais selvagens
  • Limpar feridas com antisséptico
  • Imunofluorescência
  • Microscopia
  • PCR
Rinovírus[10] Picornaviridae
  • Secreções no ar
  • Contato direto
  • Rinite e sinusite
  • Resfriado comum
  • Otite media
  • Bronquiolite
  • Complicações em asma e EPOC
  • Pleconaril
  • Zinco
  • Lavar as mãos
  • Cobrir a boca ao tossir/espirrar
  • Evitar contato físico com infectados
  • PCR
  • Cultura celular
Rotavírus Reoviridae
  • Fecal-oral (água ou alimentos contaminados)
  • Diarreia em lactantes e bebês
Nenhum
  • Vacina
  • Tratamento de água e esgoto
  • Higiene pessoal
ELISA de amostra fecal
Parainfluenza virus Paramyxoviridae
  • Secreções
  • Croup
  • Pneumonia
  • Bronquiolite
  • Resfriado
Nenhum
  • Higiene pessoal
  • Cobrir boca ao espirrar/tossir
ELISA
Poliovírus Picornaviridae
  • Fecal-oral
  • Poliomielite
Nenhum
  • Vacina
  • Lavar alimentos
  • Tratamento de água/esgoto
ELISA
Vírus da caxumba Paramyxoviridae
  • Secreções
  • Caxumba/Papeira/Parotidite
  • Meningite asséptica
Nenhum
  • Vacina
  • Evitar contato com infectados
  • ELISA
  • Neutralização
  • Hemaglutinação
Vírus da hepatite A Picornaviridae
  • Fecal-oral
  • Hepatite viral
Imunoglobulina (profilaxia pós-contato)
  • Vacina
  • Lavar bem alimentos
  • Tratamento de água e esgoto
*ELISA

  • PCR
Vírus da hepatite B Hepadnaviridae
  • Secreções
  • Sexual
  • Sangue
  • Hepatite viral
  • Cirrose
  • Câncer de fígado
  • Imunoglobulinas
  • Adefovir
  • Entecavir
  • interferon alfa-2
  • Lamivudina
  • Vacina
  • Imunoglobulinas (profilaxia perinatal ou pós-infecção)
  • Não compartilhar objetos cortantes/perfurantes
  • Camisinha
  • Radioimunoensaio
  • ELISA
  • PCR
  • Western blot
Vírus da hepatite C Flaviviridae
  • Sangue
  • Sexual
  • Hepatite viral
  • Cirrose hepática
  • Câncer de fígado
  • Interferon alfa-2
  • Ribavirina
  • Não compartilhar objetos cortantes/perfurantes
  • Camisinha
  • ELISA
  • PCR
Vírus da hepatite D Viroide
  • Sexual
  • Sangue
  • Parto natural
  • Hepatite viral
  • Cirrose
  • Interferon alfa-2
  • Tratar a hepatite B
  • Prevenir a hepatite B
  • Não compartilhar objetos cortantes/perfurantes
  • Camisinha
  • ELISA indireto
  • PCR
Vírus da hepatite E Caliciviridae
  • Fecal-Oral
  • Hepatite viral
Em grávidas:

  • Interferon alfa
  • Ribavirina
  • Lavar bem alimentos
  • Cozinhar alimentos
  • Tratamento de água e esgoto
  • ELISA
  • PCR
Vírus linfotrópico da célula humana (HTLV) Retroviridae
  • Sangue
  • Sexual
  • Leite materno
  • Vertical
  • 2% desenvolvem Linfoma de células T
  • 2% desenvolvem Paraparesia Espástica Tropical

(Mielopatia associada ao HTLV-1)

  • Fosfomicina
  • Ciclosporina A
  • Pentoxifilina
  • Camisinha
  • Substituto do leite materno
  • Não compartilhar objetos cortantes/perfurantes
  • ELISA
  • Western blot
Vírus da rubéola Togaviridae
  • Secreções
  • Rubéola
Nenhum
  • Vacina
  • Evitar contato com infectados
  • ELISA
Vírus do sarampo Paramyxoviridae
  • Secreções
  • Sarampo
  • Encefalite ou meningite
Nenhum
  • Vacina
  • Evitar tocar infectados
  • ELISA
  • RIA
  • Hemaglutinação
Vírus sincicial respiratório Paramyxoviridae
  • Secreções
  • Toque
  • Bronquiolite
  • Pneumonia
  • Broncopneumonia
Ribavirina
  • Higiene pessoal
  • Evitar contato com infectados
  • Palivizumab
  • Cobrir a boca ao espirrar/tossir
  • ELISA
  • PCR

Os sintomas da Virose

os Sintomas da Virose

Cada doença possui sintomas específicos que ajudam a entender qual o vírus que pode ter infectado o organismo. Porém, alguns dos sintomas são comuns e todas as doenças e servem de alerta para que saibamos sobre a infecção, auxiliando a tomar medidas rápidas. São elas:

  • Febre
  • Diarreia
  • Vômito
  • Falta de apetite
  • Dores nas articulações
  • Dores de cabeça
  • Dores na coluna
  • Tontura e fraqueza

Como tratar a virose?

tratamento da Virose

Antes de qualquer ação, é muito importante consultar o médico, pois é ele quem vai falar corretamente quais os procedimentos corretos a serem tomados. Porém, há tratamentos que podem auxiliar no alívio dos sintomas, visando um maior conforto até que seja possível se deslocar ao hospital.

  • As principais recomendações são:
  • Repouso
  • Ingestão de líquido saudável (principalmente água)
  • Se alimentar bem (deve ser saudável, cheia de legumes e saladas que fortificam a defesa do corpo)
  • Beber soro caseiro (misture uma colher de sopa de açúcar e uma colher de chá de sal em 1 litro de água fervida)

Prevenção da Virose

Prevenção da Virose

Como é possível observar na tabela, há diversas maneiras para se prevenir das muitas doenças que podem infectar o nosso corpo. Porém, é válido afirmar que existem algumas ações essenciais a serem tomadas com o intuito de não acabar doente. Veja abaixo o que você pode fazer para evitar que alguma virose deixe você de cama:

  • Lavar bem as mãos antes das refeições
  • Nunca tocar no nariz e na boca com as mãos sujas
  • Lavar bem os alimentos antes de comer
  • Carregar álcool em gel consigo
  • Espirrar e tossir com um pano na boca

Seguindo esses conselhos, você terá mais chances de não ser atingido por algum vírus. Porém, se sentir mal-estar, corra para um médico, para que a situação seja controlada com antecedência, evitando que o problema se intensifique. Para mais informações sobre saúde, continue acompanhando o nosso blog.