O trabalho, a faculdade, as tarefas em casa e a rotina cansativa acabam impactando na alimentação, na qualidade dos alimentos escolhidos e no funcionamento do nosso organismo. Priorizar uma alimentação saudável e natural é a melhor maneira de manter o corpo em equilíbrio, mas as ofertas de alimentos industrializados e de preparo rápido em nosso dia a dia são bastante tentadoras.

Há quem ache difícil manter uma rotina alimentar adequada, mas algumas mudanças no cardápio trazem efeitos a curto e longo prazo ao seu organismo, como equilíbrio de taxas de nutrientes, melhor controle de índices de gordura corporal, melhor rendimento físico e mental, além de muito mais qualidade de vida e bem-estar.

Escolher comidas naturais e saudáveis pode ser mais simples do que você pensa. Pequenas mudanças, trocas no supermercado e um pouco de esforço para fazer uma reeducação alimentar são a chave para trazer mais saúde ao seu prato e ao seu corpo.

Reeducação alimentar não é dieta

Dietas geralmente apresentam um cardápio restritivo e difícil de seguir, mesmo em curtos períodos. O grande problema das dietas é que elas visam um resultado a curto tempo e, no geral, não beneficiam o organismo, podendo até causar deficiência nutricional, ansiedade e problemas no funcionamento do organismo. Fazer uma reeducação alimentar não precisa estar associado à vontade de perder peso, mas sim à necessidade de conquistar uma qualidade de vida melhor.

Mesmo não sendo o objetivo principal, também há como emagrecer com reeducação alimentar. A grande vantagem é que a mudança dos hábitos gera resultados prolongados e um emagrecimento saudável. Geralmente, os quilos perdidos em dietas restritivas são facilmente recuperados, pois a dieta termina e a ingestão de calorias e carboidratos volta a ser desregrada.

Trocas funcionais

A rotina nem sempre permite que se consiga realizar uma refeição completa, funcional e prática. Esse é o maior motivo para que lanches sejam tão consumidos: rápidos, práticos e fáceis de encontrar. Para quem come na rua, boas alternativas são optar por lanches integrais e assados, também evitar redes de fast food que oferecem comidas com muito mais conservantes, corantes e gorduras

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A demanda por alimentação menos industrializada e mais natural tem feito surgirem vários comércios como padarias, lojas especializadas e restaurantes que oferecem alimentos orgânicos, com menos gordura, sem glúten ou lactose.

Incluir alimentos funcionais em seu cardápio é uma forma de incrementar o valor nutricional. Você pode, por exemplo, consumir uma porção de castanhas ou frutas secas entre as refeições, pois além de serem fáceis de comprar e carregar no dia a dia, são ótimas fontes de vitaminas e nutrientes. Além de quebrar o jejum prolongado, pequenos lanches ativam o metabolismo e dão mais saciedade.

 

Estabeleça horários para suas refeições

Mesmo que sejam horários alternativos, procure educar seu organismo para receber alimentos. Quando você educa seu corpo e cria um hábito alimentar, é bem mais fácil voltar à rotina após um fim de semana ou período que você fugiu da alimentação habitual.

 

Saladas, frutas e orgânicos

Aumentar o consumo de cereais, frutas, verduras e vegetais é um dos pontos essenciais de uma boa alimentação. Inclui-los no cardápio é importante para o equilíbrio do corpo, pois são fontes de nutrientes e vitaminas com baixos índices glicêmicos.

A dificuldade de consumir esses alimentos pode ser solucionada com complementação. Por exemplo, trocar a sobremesa por uma fruta, adicionar aveia ou quinoa ao iogurte, ou optar por sucos naturais. Mas o cuidado com esses alimentos deve ir além da inclusão deles no cardápio, sendo cada vez mais clara a necessidade de priorizar alimentos orgânicos.

Os produtos químicos, como pesticidas e agrotóxicos, são usados para resultar em plantações livres de pestes e alimentos com melhor aparência. Os alimentos não orgânicos são consumidos com resíduos desses produtos químicos e causam problemas de saúde, como reações alérgicas, alterações hormonais e até câncer. Além disso, os alimentos orgânicos são mais nutritivos, pois a plantação possui um processo de adubamento natural.

Comer não precisa ser ruim

Uma alimentação saudável não é ruim, sem sabor, muito menos algo difícil de se seguir. A boa prática alimentar é um complemento para a qualidade de vida, que deve englobar seus objetivos, necessidades orgânicas e anatômicas, além de bem-estar mental e emocional.

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A alimentação saudável vem, sobretudo, de escolhas mais naturais, alimentos menos industrializados, redução de sal e gordura no preparo dos alimentos, alimentos orgânicos entre outras opções que podem ser adotadas com facilidade na sua rotina.

A prática de atividades físicas regulares ainda ajuda no bom funcionamento do organismo, auxilia na redução de gordura corporal, controla taxas de glicêmicas, triglicerídeos e pressão arterial. Os praticantes de exercícios físicos também possuem imunidade mais elevada, além de condicionamento físico e disposição bem maiores. A prática favorece o emagrecimento, definição e tonificação muscular.

Experimente juntar uma alimentação saudável com atividade física regular. Você vai ver que seu ritmo vai ficar muito melhor!